TI na Gestão Pública em Saúde

A gestão pública da área de saúde carece de muita informação para ser bem administrada. Num passado não muito distante, a informação era de difícil acesso, visto que os sistemas possuíam complexa manipulação e, além de escassas, as informações neles contidas eram de difícil explicação.

Internacionalmente, com o avanço da Tecnologia da Informação (TI) , os gestores em saúde pública tiveram facilidade em promover ações em sua gestão. No Brasil, no entanto, a realidade dessa área é outra, pois, mesmo com tanta tecnologia, as aplicações ideais para a saúde pública não são satisfatórias para a tomada de decisão. Os sistemas encontrados na área pública são extremamente descentralizados no sentido de integração e padronização. A Tecnologia da Informação, na área da saúde pública, sofre com disponibilidade precária de ferramentas que integrem a sistemática da saúde pública no Brasil.

A união da TI e da Gestão Pública abre um caminho para que ocorra a universalização das informações relativas à saúde pública. Hoje, cabe ao gestor
e seus especialistas adotarem métodos manuais para chegar à determinada tomada de decisão; sendo necessárias horas e horas de trabalho exaustivo para chegarem à determinada conclusão. As informações são coletadas em diversas ferramentas, totalmente isoladas umas das outras; trazendo, assim, dúvidas sobre a veracidade da informação na conclusão da tomada de decisão.

Sobre Fábio Crispim

Fábio Crispim é Graduado em Ciências da Computação pela Universidade do Sul de Santa Catarina, tem 12 anos de experiência na área de gestão de saúde, é Coordenador de Desenvolvimento do Sistema de Saúde da Betha Sistemas e tem Livros e Artigos publicados na área.

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