José Sérgio Monte Alegre, Indicado ao cargo de procurador-geral do Ministério Público Especial do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe

Caro Gestor | 10/02/2012
José Sérgio Monte Alegre, Indicado ao cargo de procurador-geral do Ministério Público Especial do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe
José Sérgio Monte Alegre
Crédito: Divulgação

 Aclamado por unanimidade em meio aos membros do Ministério Público de Contas (MPC), o procurador José Sérgio Monte Alegre assumirá o órgão no período de dois anos. Em entrevista rápida a Caro Gestor, ele fala sobre sua nova gestão frente ao órgão, e sobre as ferramentas utilizadas para fazer um trabalho de excelência. 

Sérgio Monte Alegre é graduado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, foi professor de Direito Constitucional e Administrativo na Universidade Tiradentes (Unit), colaborador da Escola Superior da Magistratura de Sergipe e da Escola Superior da Advocacia de Sergipe, além de professor da Escola Superior do Ministério Público do Estado de Sergipe. Ele também foi vice-presidente do Instituto Sergipano de Estudos da Constituição Federal e, atualmente, é vice-presidente do Instituto Sergipano de Direito Administrativo. 
 
Qual a importância do novo cargo em sua vida profissional?
O cargo já foi exercido por mim, em passado recente, durante dois anos. Sempre acreditei que exercer um cargo público é, antes e acima de tudo, tornar-se servidor do público. É honrar o compromisso de bem e fielmente desempenhar as suas atribuições. Só isso, nem mais, nem menos.
 
De que forma o senhor pretende assegurar a independência funcional da instituição e aperfeiçoar o controle do bom emprego do dinheiro público?
É simples. Somente, cumprindo a constituição e as leis em vigor. E, na medida do possível e razoável, denunciar as eventuais insuficiências legislativas que comprometerem o interesse público no cumprimento dos princípios reitores da administração pública: legalidade, moralidade, publicidade, impessoalidade e eficiência. Distribuir tarefas e cobrar o rápido e bom desempenho de cada uma delas. É um saudável trabalho de equipe, no qual cada um tenha consciência de sua importância. E vigiar, também, o desempenho do próprio tribunal de contas.
 
As prioridades colocadas pelo procurador João Augusto Bandeira de Mello terão continuidade?
As metas estabelecidas na gestão do até agora procurador-geral serão continuadas, sem dúvida. Não há razão suficiente para a descontinuidade.
 
Quais as novas metas para a sua gestão?
O reforço da independência funcional do Ministério Público de Contas e o aperfeiçoamento da fiscalização preventiva e repressiva do bom emprego de dinheiro, bens e valores públicos, num País de tantas e obscenas carências, e de cultura elistista, de que alguns nasceram para sorrir e outros para chorar, uns nasceram para a felicidade e outros para o sofrimento. E onde pensar assim está de acordo com a natureza das coisas.

O senhor irá continuar o legado de uma aproximação com os órgãos que estão diretamente ligados ao trabalho do Ministério Público de Contas (MPC) como o TCE?
Sim. O Ministério Público atua junto ao tribunal e não distante dele...
 
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