Clubes da Série B aprovam retorno do público aos estádios

Os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro aprovaram nesta sexta-feira (17) o retorno do público aos estádios a partir da 25ª rodada, com início já no próximo domingo (19), uma decisão que ainda precisa de aval das secretarias locais de saúde para virar realidade. A decisão foi aprovada pela maioria dos clubes após a Diretoria de Competições da CBF receber a indicação de que a grande maioria das cidades envolvidas no campeonato vai, ou pretende, liberar a presença de público nos estádios. “O retorno obedecerá ao percentual de ocupação…

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Libertadores: Fluminense encara Barcelona de Guayaquil

Chegou a hora da verdade para o Fluminense. Nesta quinta-feira (19), às 21h30, no Equador, o Tricolor Carioca encara o Barcelona de Guayaquil. Nesta temporada, por enquanto, o jogo mais importante para os brasileiros, que empataram em 2 a 2 o primeiro duelo no Maracanã. Para se classificar, o Flu precisa de vitória simples ou qualquer empate em 3 a 3 ou mais gols.  Novo empate de 2 a 2, leva a decisão para os pênaltis, mas o zero a zero e o 1 a 1 dão a vaga para o Barcelona.

O Flu não vence há cinco partidas e novo revés pode custar o cargo do técnico Roger Machado

“Tivemos um mês muito decisivo, com o volume grande de jogos. Precisamos entrar com a confiança no alto,” disse o treinador.

O provável Flu desta noite engtrará em campo com  Marcos Felipe; Samuel Xavier, Nino, Luccas Claro e Egídio; André, Martinelli, Yago e Nenê; Luiz Henrique e Fred.

Quem avançar às semifinais da Libertadores vai enfrentar o Flamengo.

 

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Paralimpíada: conheça mais o tênis em cadeira de rodas na Tóquio 2020

O tênis em cadeira de rodas do Brasil contará com sete atletas (duas mulheres e cinco homens) na Paralimpíada de Tóquio (Japão), que vão em busca de uma medalha inédita para o país. As disputas da modalidade terão início no dia 26 de agosto e seguirão até 3 de setembro, no Parque Ariake, na capital japonesa.

As regras da modalidade não diferem muito das seguidas no tênis tradicional, a não ser pelos dois quiques da bola em quadra, antes que o tenista a mande para o lado adversário. Nada impede, no entanto, que os atletas possam devolver a bola após um quique apenas do seu lado da quadra. A contagem de pontos é igual: ganha quem fechar dois sets primeiro.

As raquetes e bolas são iguais ao tênis convencional. Já as cadeiras são adaptadas especialmente para a atividade, de forma que propiciem equilíbrio e mobilidade apurados. 

Os competidores possuem deficiência de locomoção diagnosticada, como perda funcional de uma ou mais partes do corpo. De acordo com o tipo de limitação, o tenista poderá disputar a classe Open/Aberta (para atletas com deficiência em membros inferiores) ou a Quad/Tetra (para aqueles com deficiência a partir de três extremidades).Na divisão Open, homens e mulheres competem individualmente e em duplas, e na Quad há disputas mistas.

O tênis em cadeira de rodas participou como exibição na Paralimpíada de Seul (Coreia do Sul) em 1988, mas a estreia para valer da modalidade ocorreu quatro anos depois, nos Jogos de Barcelona (Espanha). Na edição seguinte, Atlanta (1996), o Brasil fez sua estreia nos Jogos com a dupla formada por José Carlos Morais e Francisco Reis Júnior.

Equipe brasileira

Com exceção do catarinense Ymanitu Silva, de 28 anos, quinto colocado na Rio 2016 na classe Quad, todos os demais representantes brasileiros disputarão a classe Open. O mais experiente do grupo é o paulista Maurício Pomme, de 51 anos, sendo que 22 deles dedicados à modalidade. Esta será a quinta participação paralímpica de Pomme, que tem no currículo a medalha de prata no Mundial do Japão (2016). 

Já a mais nova do grupo é a mineira Ana Cláudia Caldeira, de 23 anos, que começou a praticar tênis em 2014, durante reabilitação após um acidente de carro. A conterrânea Meirycoll Julia da Silva, de 27 anos, também chega aos Jogos pela primeira vez, após dez anos na modalidade (já foi tricampeã em dupla na Semana Gustavo Kuerten e faturou ouro em simples e em dupla no Campeonato Internacional, em Belo Horizonte).

O Brasil conta ainda com Daniel Alves Rodrigues, de 35 anos (bronze no individual dos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em 2019), Rafael Medeiros, de 31 (campeão este ano do Peru Open), e Gustavo Carneiro, de 49 anos, tenista desde criança que passou a competir em cadeira de rodas há pouco mais de três anos, após ter uma perna amputada em decorrência de um câncer. 

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Paralimpíada: conheça mais sobre o parabadminton na Tóquio 2020

O parabadminton será uma das modalidades estreantes na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Além dele, o parataekwondo também entra no programa do megaevento esportivo em 2021.

No parabadminton, os atletas utilizam uma raquete para golpear uma peteca na quadra dos adversários. As partidas são disputadas em uma melhor de três sets, com pontuação mínima de 21. Para vencer a parcial é necessária uma vantagem de, no mínimo, dois pontos até chegar à pontuação máxima de 30.

As disputas ocorrem individualmente ou em duplas (masculinas, femininas ou mistas), e os atletas são divididos em seis classes funcionais. A WH 1 (para cadeirantes com equilíbrio corporal moderado ou ruim), a WH 2 (para cadeirantes com equilíbrio corporal bom), a SL 3 e a SL 4 (para andantes com deficiências em membros inferiores), a SU 5 (para andantes com deficiências em membros superiores) e a SH 6 (para atletas de baixa estatura). As medidas da quadra são de 13,4 metros (m) por 6,10 m. Mas, em determinadas classes, apenas algumas áreas são consideradas válidas.

A partir de 1995, o esporte passou a ser gerenciado pela Associação Internacional de Badminton para Deficientes (IBAD, na sigla em inglês). E, em 1996, foi reconhecido pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês). No ano de 2009, o nome da entidade internacional que regula a modalidade foi alterado para Federação Mundial de Parabadminton (PBWF, na sigla em inglês) e, dois anos depois, ela foi integrada à Federação Mundial de Badminton (BWF, na sigla em inglês). Apenas em 2017 o esporte foi reconhecido como paralímpico. O primeiro Campeonato Mundial foi realizado em 1998, na Holanda. No Japão, as partidas serão realizadas nos dias quatro e cinco de setembro no Parque Florestal Musashino.

Brasil na modalidade

No Brasil, o esporte foi introduzido em 2006 e, desde 2011, o país participa de todos os campeonatos internacionais da modalidade. No evento da capital japonesa, Vitor Tavares será o único representante verde e amarelo. O curitibano de 22 anos possui hipocondroplasia congênita (popularmente conhecida como nanismo) e disputa na classe SH 6.

Em 2019 ele foi campeão Parapan-Americano, em Lima, quando a modalidade também estreou no evento. No Mundial daquele mesmo ano, ele conquistou três medalhas de bronze na Basileia (Suíça).

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